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Vídeo de garota ao descobrir que foi adotada junto com irmãos viraliza



Vídeo mostra emoção de garotinha ao descobrir que será adotada nos EUA

A emoção de uma garotinha nos EUA ao descobrir, no dia de seu décimo aniversário, que será adotada definitivamente pelo casal com quem conviveu pelos últimos três anos comoveu muita gente esta semana, e o vídeo que mostra seu choro de felicidade já foi visualizado mais de 10 milhões de vezes.

Ivey foi surpreendida por Paige e Daniel Zezulka quando estes disseram a ela que faltava abrir um último pacote de presente. Dentro, ela encontrou um papel informando que seria adotada definitivamente, ao lado de seus irmãos Kai, de 3 anos, e Lita, de 2.

Veja o vídeo.

O vídeo foi compartilhado por Paige no Facebook, e recebeu milhares de comentários de pessoas que também se emocionaram. A história do casal e das crianças acabou indo parar nos noticiários de algumas emissoras de TV dos Estados Unidos.

Eles se conheceram quando os Zezulka, que moram em Athens, no estado da Georgia, ofereceram abrigo provisório a Kai há três anos, quando este ainda era um bebê de cinco meses, sem saber que ele tinha uma irmã mais velha. Na época, Ivey estava em outro lar temporário, com um casal que ainda hoje mantém contato com a família e a visita com frequência.

Algum tempo depois, os Zezulka souberam da existência da menina e a receberam para uma visita, onde perceberam que os irmãos eram muito apegados. Eles também descobriram que a mãe das crianças estava grávida novamente.

Segundo a emissora ABC News, até então eles não podiam se candidatar à adoção porque ainda havia chance de que a família biológica recuperasse a guarda. Por isso, apenas se ofereceram para ficar com Ivey também, para que ela permanecesse junto de Kai, e as autoridades e a outra família que estava com ela concordaram.

Algum tempo depois, receberam autorização para cuidar também do bebê, Lita, quando esta tinha ainda poucas semanas de vida.

Segundo as contas da agora mãe definitiva, foram 1.128 dias de cuidados, total dedicação e muito amor aos três irmãos, sem certeza absoluta de que conseguiriam a adoção definitiva.

A resposta, enfim, chegou no dia 23 de agosto, justamente a data do décimo aniversário de Ivey.

“Deus foi maravilhoso. Na primeira noite em que ela chegou, perguntou se podia nos chamar de pai e mãe. No segundo dia, perguntou se podia ficar para sempre”, lembra Paige. “Ivey é tão maravilhosa e especial, somos tão abençoados por ela ser nossa filha”.

Fonte: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2018/08/30/video-mostra-emocao-de-garotinha-ao-descobrir-que-sera-adotada-nos-eua.ghtml

Mais de 50% dos adolescentes trans tentam o suicídio



Mais de 50% dos adolescentes trans tentam o suicídio, indica estudo

De acordo com uma análise de dados feita ao longo de três anos pelo professor Russell B. Toomey, da Universidade do Arizona-Tucson (EUA), 51% das adolescentes que passaram a se identificar como homem relatam pelo menos uma tentativa de suicídio.

O estudo Profiles of Student Life: Attitudes and Behaviors foi produzido pelo Search Institute – organização sem fins lucrativos focada em questões da juventude – e publicado na revista científica Pediatric News.

Realizada entre junho de 2012 e maio de 2015, a coleta de dados investigou 120.617 adolescentes, com idade variando de 11 a 19 anos. As perguntas da pesquisa incluíram: “Você já tentou se matar?”. Quatorze por cento de todos os entrevistados disseram que sim. Os participantes tinham 15 anos, em média.

O estudo também descobriu que os níveis de educação dos pais e o status socioeconômico da família não parecem influenciar diretamente os adolescentes que tentam o suicídio. Contudo,  os números eram muito mais altos para aqueles que se identificaram como alguém diferente de seu sexo biológico.

Na pesquisa, 60.973 dos adolescentes eram do sexo feminino e 57.871 eram do sexo masculino. O restante se identificou como “outro”. Entre eles, 202 identificaram como transexual (homem para mulher) e outros 175 de mulher para homem. Além disso, 344 identificaram como “transexual não-binário”.

Outros 1.052 afirmam estar “questionando” seu gênero. Dentre estes, 28% relataram tentativas de suicídio. Já entre os trans de homem para mulher o número era 30% e para os “não binário” chegaram a 42%. Esses números são consideravelmente maiores do que os adolescentes e adolescentes que se identificaram com seu sexo biológico. Apenas 10% desses homens e 18% das mulheres relataram tentativas de suicídio.

Embora ninguém possa comprovar exatamente o que é identidade de gênero no físico, já que é um conceito teórico, Toomey afirma que é “a autocompreensão de alguém ser homem, mulher, nenhum ou ambos”.

Drogas, depressão e morte

Em uma entrevista à CNN, Heather Hutzi, psicóloga-chefe do Hospital Infantil de Orange County, Califórnia, disse que as taxas de suicídio ente os transgêneros “aumentam o estigma sobre eles ou a falta de compreensão”.

Embora ela não tenha sido parte ativa da pesquisa, a especialista explica que sentir-se “marginalizado, estigmatizado e isolado” leva muitos jovens a se sentirem tão sem esperança que começam a usar drogas. Isso, associado à depressão, aumenta o risco de suicídio.

Hutzi lembra que o suicídio é “a segunda principal causa de morte” entre os adolescentes e que as taxas estão subindo. “Para os adolescentes, em particular, uma grande porcentagem – por volta de 50% – a tentativa ocorre 30 minutos depois de ele/ela ter a ideia. O cérebro deles não está suficientemente desenvolvido.”

John Ayers, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Diego, diz não que não se sabe por que adolescentes trans cometem suicídio a taxas tão altas. “É extremamente importante começarmos a investir e a perguntar por que, em vez de simplesmente contar quantos morreram”, disse ele. Com informações de CNN e Christian Post

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/mais-de-50-dos-adolescentes-trans-tentam-o-suicidio-indica-estudo/

Saiba a posição dos presidenciáveis sobre a legalização das drogas



Apesar de sua relação umbilical com o aumento da violência no Brasil, o combate às drogas não é colocado como prioridade pela maioria dos candidatos à Presidência no pleito deste ano. Mesmo assim, a pesquisa recente do Instituto Real Time Big Data mostra que cerca de 70% da população brasileira se declara contra a legalização da maconha. Para alguns políticos, esse seria um dos caminhos para que se diminuísse a criminalidade. Experimentos de países como o vizinho Uruguai e da Holanda, comumente apontada como modelo, já mostraram que não é bem assim que as coisas funcionam.

Cabo Daciolo (Patriota)

Evangélico, Cabo Daciolo declarou no debate na Rede TV!: “Sou contra a liberação das drogas no Brasil”.

Em seu plano de governo, diz que vai “focar no combate ao tráfico de entorpecentes, pelo fato que, drogas e armamentos são a base de sustentação do crime organizado no Brasil”. Lembra ainda que “a dependência química é o pano de fundo na motivação de infratores a cometerem delitos”.

Ciro Gomes (PDT)

O trabalhista já viveu o drama da drogadição em sua própria família. Através de suas redes sociais comentou o assunto, considerando a “guerra ao tráfico” como “perdida” e não vê o “mero encarceramento” como solução.

Em sua participação no programa Roda Viva, também tergiversou ao abordar a necessidade de sua proposta concreta sobre o assunto. Lembrando que as igrejas são contrárias, disse que não imporia a liberação.

Em outros momentos defendeu que o “moralismo religioso” não deveria pautar o debate. “O usuário não é criminoso. É preciso descriminalizar o uso, mas pesar a mão no tráfico. Pesar muito pesadamente”, afirmou.

Fernando Haddad (PT)

Substituto de Lula, preso em Curitiba após ser condenado a 12 anos de prisão, Fernando Haddad tem como vice Manuela D’Ávila, do PCdoB. Quando ela ainda postulava uma candidatura à presidente, defendia a legalização através da “cobrança de impostos sobre a venda de drogas, como a maconha, cuja arrecadação seria aplicada nas comunidades que sofrem com a guerra do tráfico.”

O plano de governo de Haddad, que é basicamente o mesmo divulgado por Lula, propõe uma “nova política sobre drogas”. O texto fala em “enfrentar a rede de negócios ilegais que o tráfico internacional promove” através da “descriminalização e a regulação do comércio”.

Diz ainda que “o país precisa olhar atentamente para as experiências internacionais que já colhem resultado positivos com a descriminalização e a regulação do comércio”, mas não cita nenhum país como exemplo a ser adotado.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Nos anos em que foi governador, o tucano não tem um grande histórico de sucesso no combate às drogas. Durante sua entrevista no Roda Viva, defendeu apenas ações mais duras no controle sobre as fronteiras e o uso da tecnologia no combate às drogas.

Como faz com muitas questões, Geraldo não é direto ao dar respostas. Ao mesmo tempo  David Uip, coordenador de saúde do programa de governo do PSDB, diz que levará a proposta de descriminalização das drogas ao ex-governador. “Estou fazendo o levantamento de toda a literatura sobre o tema: onde deu certo, onde não deu e quais são os limites. É um assunto extremamente polêmico”.

Guilherme Boulos (PSOL)

Seguindo a tradição de seu partido, o candidato se declara favorável à legalização. Assim como faz com o aborto, tenta abordar o tema majoritariamente como algo que pertence ao campo da saúde. No seu programa de governo, destaca que se opõe à política de “guerra às drogas” que está em vigor.

“Décadas de proibição não tiveram nenhum efeito positivo sobre a violência. Hoje temos mais drogas em circulação e mais mortes relacionadas ao comércio do que ao consumo. Morre o varejista, não quem lucra num dos maiores negócios do mundo”, afirma o documento.

Sobre a legalização, afirmou em publicação no Twitter: O Brasil precisa avançar nesse ponto sem tabus. Nós vamos levar adiante essa pauta”.

Jair Bolsonaro (PSL)

Reconhecidamente contrário, Bolsonaro já repetiu isso nos debates e pelas redes sociais. “Um chefe de Estado deve tomar posições, decidir, mostrar a todos sua verdadeira face. Sempre me posicionei contra a liberação das drogas e aborto”, afirmou pelo Twitter.

Quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso propôs a legalização de maconha e cocaína no Brasil, argumentando que a proibição ajudava a superlotação presídios. Também pelas redes, Bolsonaro questionou: “Que tal legalizar corrupção, já que as celas estão também cheias em Curitiba?”.

Em entrevista à jornalista Mariana Godoy, da RedeTV! afirmou: “Vamos perguntar a qualquer pai se ele é favorável à liberalização das drogas. Eu acho que 99% são contra, até porque ela [a droga] vai chegar às escolas. Um dos últimos a liberar foi o nosso Uruguai aqui embaixo e já há uma preocupação porque aumentou o consumo”.

João Amoêdo (NOVO)

Durante sua participação no programa Roda Viva, da TV Cultura. Amoêdo declarou-se contrário a legalização das drogas. “Num primeiro momento, eu sou contra a descriminalização. O Brasil tem um problema grave de segurança, certamente o combate às drogas, da forma como está, não está funcionando. Acho que deveríamos fazer, num primeiro momento, programas mais educativos. Mas eu gostaria de aguardar um pouco mais o desenvolvimento de experiências fora pra gente ter certeza”, ponderou.

Antes do início oficial da campanha, porém, defendeu a descriminalização de “pequenas porções” de maconha para diminuir a “quantidade de pessoas presas”.

Marina Silva (REDE)

Concorrendo pela terceira vez ao Planalto, a posição de Marina não mudou desde a última eleição. Assim como fez com a questão do aborto, prefere não se posicionar claramente e defende que seja realizado um plebiscito.

Questionada pela VEJA se “o fato de ser evangélica influencia a avaliação dela sobre a descriminalização do aborto e da maconha”, Marina disse que o caminho é “ampliar o debate”. “Defendo para esse tema (direito ao aborto), assim como para a descriminalização da maconha, que se faça um plebiscito. Esse é o caminho de ampliar o debate. Não se resolve o problema das drogas e do aborto rotulando alguém de conservador ou fundamentalista”, argumenta.

O vice escolhido por Marina, Eduardo Jorge (PV), sabidamente defende a legalização da maconha

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/saiba-a-posicao-dos-presidenciaveis-sobre-a-legalizacao-das-drogas/

Médico recusa aborto e salva mãe e bebê



Um médico que se recusou a realizar um aborto conseguiu salvar a mãe e o bebê. Mas depois disso foi processado. A denúncia contra o médico foi feita por uma deputada argentina pró-aborto. Ela o acusou de “violência obstétrica” e “descumprimento de deveres de funcionário público”.

Leandro Rodríguez Lastra é ginecologista e chefe do setor de Ginecologia do Hospital Pedro Moguillansky, em Río Negro, na Argentina. Em maio de 2017, ele atendeu uma jovem de 19 anos, grávida de cinco meses, com fortes dores, causadas por ingerir um medicamento abortivo.

Com quase 23 semanas, o bebê pesava mais de 500 gramas. O risco de morte era alto para mãe e filho. Leandro conseguiu estabilizar o quadro clínico e quando o bebê completou 35 semanas de gestação, os médicos realizaram um parto induzido. O bebê prematuro foi adotado pouco tempo depois.

Médicos pró-vida

Além do doutor Leandro, outra médica também se negou a fazer o aborto. A doutora Yamila Custillo também ajudou a salvar a vida da mãe e do bebê. No entanto, ambos foram denunciados judicialmente por Marta Milesi, deputada de Río Negro.

Yamila foi excluída da denúncia em maio de 2018, mas Leandro continuou sofrendo o processo sob as acusações citadas. Segundo a denúncia, o erro deles foi ter impedido um aborto que já estava em andamento. Os demais ginecologistas e obstetras do hospital se manifestaram contra o aborto e a favor do direito médico de se recusar a realizá-lo.

A Associação Médicos pela Vida, que está apoiando publicamente o doutor Leandro, emitiu uma nota de apoio ao médico, dizendo que ele “agiu de forma idônea e corretíssima”.

A nota também dizia: “Convocamos todas as organizações pró-vida do país a exigirem a revogação do protocolo, chamado erroneamente de ‘Interrupção Legal da Gravidez’, para continuar protegendo as vidas de todos os argentinos”.

 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/medico-recusa-aborto-salva-mae-e-bebe-e-e-processado/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=gospelprime

Bebê prematuro sai da UTI e ganha ‘formatura’



Bebê prematuro passa 160 dias em UTI e tem ‘formatura’ ao sair de hospital nos EUA

 O pequeno Cullen Potter nasceu com 22 semanas e passou 160 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do USA Children’s & Women’s Hospital em Mobile, no Alabama, Estados Unidos. Para comemorar a alta do bebê, a equipe e a família fizeram uma “festa de formatura”. As informações são da emissora ABC News.

Com cinco meses de idade, Potter foi vestido com um chapéu e uma roupa tradicionais do dia de graduação. Uma enfermeira caminhou pelos corredores do hospital com o bebê vestido a caráter. O vídeo do momento foi publicado nas redes sociais do hospital.

O bebê apresentou uma boa recuperação e pesa 6 quilos.

“Nós estávamos numa loja com o nosso outro filho. Minha esposa olhou a roupa e achou que caberia no Cullen”, disse o pai, Robert Potter. “O chapéu era um pouco grande, na verdade”.

A UTI do hospital onde ficou Cullen tem 80 bebês e quase metade deles nasceu com menos de 28 semanas. As enfermeiras costumam fazer festas de despedida, mas é a primeira vez que aconteceu uma “formatura”.

Fonte: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2018/08/30/bebe-prematuro-passa-160-dias-em-uti-e-tem-formatura-ao-sair-de-hospital-nos-eua.ghtml

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